domingo, 16 de outubro de 2016

Sobre: É preferível a provisoriedade completa do que a permeabilidade vazia - (N. D.)

Não tenho problema de pegar aprofundar um pensamento que às vezes pode ser banal e aprofundá-lo, sobretudo quando tal me faz refletir e revisar pensamentos, posturas, falas e atitudes (Provocação retórica: afinal, se não é para fazer pensar para quê servem esses textos?).
Por isso, a partir da leitura de um texto num blog, que me fez refletir devido a posição oposta apresentada que tenho, até então:



"[...]O tempo de duração aqui passa a ser secundário – parcerias nem sempre duram pra sempre, mas, como em praticamente tudo na vida, mais vale a intensidade do que a duração. Melhor ter um parceiro de verdade por um mês, do que um sugador de energia durante a vida toda. O tempo é relativo – dura o quanto fazemos durar. E aí, voltamos a dizer: prefira a provisoriedade completa, do que a permeabilidade vazia." Fonte: casalsemvergonha, no texto 'Porque parcerias são mais importantes que namoro'



Então... gostaria de guardar este trecho por ele ter despertado tal reflexão em mim, principalmente pela última frase que faço questão de frisar, adequando-a para ser generalista: é preferível a provisoriedade completa do que a permeabilidade vazia.
Sendo importante destacar que, do conflito mental que aqui expresso se fazer por ideias gerais serem opostas, já suspeito que a ideia geral de que devo fazer é a de que ambos pensamentos, o do texto e o meu, devam ser aplicadas devidamente em cada caso, e não simplesmente bastarem/serem ideias/pensamento gerais em si mesmos.



P.S.: Antes que eu esqueça, o significado de N.D. nos títulos é de Notas de Diário;
P.S.S.: Idéias opostas: A questão da intensidade, seja na sua importância, qualidade, ou oposição ao tempo (durabilidade); A ideia/pensamento de que 'As vezes na vida não vale saber ou viver de muitas coisas e sim poucas delas', provocado a partir da frase de JAL (Jorge Angel Livraga): O importante não é saber muitas coisas, mas viver algumas; que eu "não digeri", embora seja um ponto que merece destaque provocativo e que até tenha um entendimento mínimo que eu concordo e entendo;

domingo, 31 de julho de 2016

Notas soltas de um Domingo

Nota 01:

A vida às vezes parece ser igual a sambar: parece que se faz em cima duma corda bamba, quando o segredo está na firmeza de se pisar.


Nota 02:

Enquanto eu caminhava na rua,
uma janela para mim se abriu.
A moça não me olhou
Foda-se, aliás, pois encontrei uma flor.


Nota 03: Uma arte, aviso duplo


sábado, 25 de julho de 2015

Sem interferir naquilo que vejo

Piso na grama,
Deito no chão,
Olho para o céu, azul!
Vejo finitos pontos pretos pairando diante as nuvens, 
são pássaros!
São pássaros que me sobrevoam em curvas, círculos...
Voltas e mais voltas próprias.
Os mais ousados, voam mais baixo e em linha reta.
Mas ousadia mesmo sou eu querendo interferir na natural beleza do quê vejo com algum entendimento/conhecimento qualquer.

Mais acima de toda esta peça, a lua me espiona entre as nuvens.
Ao final, eu me pergunto: Como deve ser voar?

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Conclusão do dia

Enquanto estive pensando, conclui: Prefiro ler HQ's do que a Bíblia.
Dadas às analogias DC com Cristianismo...

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Temos nosso próprio tempo (N.D.)

Cada ser humano é único e por isso possui suas próprias particularidades.
Cada um deles, cada um de nós somos 'um' e por isso cada um tem o seu próprio ritmo, tempo, velocidade, sonhos e vontades.
Pessoas que possuem o seu próprio ritmo devem estar com aquelas de ritmos semelhantes, ainda que de pensamentos diversos.
Ainda irei desenvolver este tópico.

domingo, 24 de maio de 2015

Vou vivendo - nota solta

Vou vivendo, ainda que esperançoso em deixar que o tempo se encarregue de me apresentar o completo entendimento de minha vida, pois enquanto sou jovem e especulo o meu presente e meu futuro, deixo de contestar meu passado.
Terá sido o passado destinado?

sábado, 4 de maio de 2013

De um sonho para despertar

No dia-a-dia de cada dia,
tenho cento e cinquenta desafios
para lapidar meu coração.

Me levanto da cama,
mas sinto, ainda que desperto,
muito mais disperso
para enfrentar o dia como um cão.

Permaneço um dorminhoco andante.
Que pensa e que fala ao mesmo tempo,
que confunde realidade com ilusão.

Sonho?
Não sei não, meu irmão, não sei não.
Só sei que agora me faltam cento e quarenta e nove desafios
para lapidar meu coração.